Em um cenário marcado pelo excesso de informações, fake news e conteúdos produzidos por inteligência artificial, a confiança se torna um dos principais valores da comunicação. Durante as eleições de 2026, rádio e televisão seguem como importantes fontes de informação, com alcance, presença diária e responsabilidade editorial.
Pesquisa BTG Pactual/Nexus, divulgada em agosto, aponta que 68% dos eleitores brasileiros pretendem acompanhar a propaganda eleitoral gratuita pelo rádio ou pela televisão. O rádio será utilizado por 24%, considerando aqueles que o acompanharão exclusivamente ou junto com a TV.
Na cobertura das eleições, 38% dos brasileiros afirmam que utilizarão o rádio para se informar. Na Região Sul, esse percentual chega a 50%. A televisão aberta aparece como principal meio, citada por 65% dos entrevistados.
Além do horário eleitoral, o rádio mantém sua força pela proximidade com o público, acompanhando o cidadão no carro, no trabalho, em casa e também pelas plataformas digitais. As emissoras locais ainda oferecem jornalismo, prestação de serviço, entrevistas e informações diretamente relacionadas à realidade de cada comunidade.
A pesquisa também revela a preocupação dos brasileiros com a desinformação: 62% consideram alto o risco de notícias falsas influenciarem ou ameaçarem o resultado das eleições presidenciais.
Nesse contexto, veículos profissionais ganham ainda mais relevância. Rádio e televisão possuem equipes identificadas, responsabilidade editorial e obrigações legais, além de estarem submetidos às regras e à fiscalização da Justiça Eleitoral.
Em 2026, em meio às fake news, deepfakes e conteúdos artificiais, credibilidade, alcance e proximidade serão diferenciais fundamentais. Para o eleitor, os veículos profissionais representam referências de informação; para candidatos e marcas, são canais capazes de alcançar grandes públicos em ambientes de confiança.
Fonte: AMIRT
